Archive for the ‘Geral’ Category

Prout e a crise económica

Hoje “crise” é uma das palavras mais usadas em Portugal. Aliás não só em Portugal.

Abundam notícias, previsões e análises… só não abundam soluções!

No festival do Andanças o livro “Após o Capitalismo” foi claramente o mais vendido, mostrando o crescente interesse em alternativas ao que já nos tínhamos habituado a encarar como a única realidade económica.

Slogan Proutista em manifestação

Slogan Proutista

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“Tapete Mágico”

“No meu tapete mágico

Sem ver…

Voo para o interior

Daquele que se diz “meu ser”.

Voo além fronteiras

Partindo do corpo

Partindo da mente

Qual tapete mágico

Que me isola

Me liberta,

Desta vida deserta.

Os joelhos doem

Os pés “adormecem”

As costas procuram o chão

O espírito acelera

Aumenta a emoção…

No meu tapete

De côr preta

Eu me transformo

Meditando…

Descansando em mim

Mágico o meu tapete!

Traz o meu mundo de volta

Um mundo de amor sem fim!”

1 de Março de 2009

Iishvarii


 

1º Encontro RAWA em Portugal!!

RAWA Portugal
Renascimento Artístico para a Elevação Espiritual

“Mesmo separada por muitos países, religiões ou línguas a Humanidade é indivisível.
As mentes Humanas são manifestações individuais da mesma Mente Cósmica.
Ansiamos pelo artista que irá levar esta verdade aos corações da Humanidade, numa língua ainda mais doce, ainda mais forte, ainda mais profunda”

Shrii Shrii Anandamurti

Em Lisboa, de 21 a 22 de Março!! Para mais informações sobre o programa é só clicar aqui!!!!!

 

Permacultura, Ananda Marga e Aikido!

Este é um mail da Isabel, que está neste momento em Macau, e que gostariamos muito de partilhar convosco! J

Este fim de semana (28 e 29 de Novembro 2008), fui assitir a um workshop na Casa de Portugal de Macau, sobre «Permacultura» («Perma» de «permanente»; cultura ou agricultura permanente).

Dois monitores – Fernando Madeira e André Madeira (mesmo apelido, mas não são da mesma família; Madeira, minha terra de adopção; madeira e ecologia…, sincronias, enfim…), 1 convidado – Hugo – e 8 participantes de faixa etária variada., isto é: 3 «cotas» quarentonas nas quais eu me incluo e os outros incluindo os prelectores, julgo, na faixa dos 20 e 30 anos de idade.

Como tornar as sociedades mais sustentáveis? Como contribuir para um maior aproveitamento dos nossos recursos naturais? Como aproveitar melhor, em nossas casas, a água, a electricidade? Como aproveitar varandas, terraços e pequenos espaços para cultivarmos a nossa pequena horta? Como viver em comunidade?

Estas foram algumas das questões que os nossos prelectores nos ajudaram a responder, de um modo simples, directo e concreto. Vimos um filme sobre a experiência de Cuba, onde aprendemos como aquele povo «sobreviveu» à crise do petróleo.

Tivemos um almoço no Sábado preparado pelo André - uma feijoada vegetariana muito boa – e Domingo fomos almoçar a um «restaurante» vegetariano budista perto do jardim da Fonte do Lilau, onde se juntaram mais uns amigos. Neste «restaurante» não existe menu. As simpáticas senhoras que cozinharam para nós, serviram uma vasta variedade de pratos. Comemos bastante e ainda sobrou (ainda trouxe «tapau» para casa e deu para o jantar do meu agregado de 5 pessoas). Tudo pela módica quantia de 25 patacas (2 euros e meio).

Na tarde de Domingo, fomos até casa dos nossos simpáticos prelectores, onde nos foi apresentado um exemplo de como aproveitar o terraço do prédio onde moram. Aí pudemos observar e aprender «in locus» como fazer «o composto» (material orgânico para adubar a terra), utilizando restos orgânicos da cozinha, dejectos de animais, folhas secas. Tudo é aproveitado: conchas da praia, pauzinhos, folhas,etc.

Plantado neste terraço, dentro de vários recipientes de esferovite (oferecidos nos mercados), pudemos encontrar: abóbora, feijão encarnado, bananeira, a

bacate, limão, vegetais de folha verde (espinafres, vegetais chineses), ervas aromáticas e outros.
Num outro canto, dois coelhos divertiam-se. São alimentados de restos de comida crua (no mercado dão folhas velhas de vegetais e frutas já estragadas que em vez de irem para o lixo, constituem o repasto daqueles seres felizes). Os seus dejectos são aproveitados para adubar a terra da horta. Dentro de um baú, uma grande azáfama aparentemente não visivel, onde minhocas trabalhavam a terra para a tornar mais fértil (aprendi a respeitar este ser – a minhoca -, essencial para que a terra nos possa alimentar, pois numa terra saturada de químicos não se consegue fazer crescer nada). Junto ao telhado, uma cana de bambu cortada, colecta a água das chuvas que por sua vez é aproveitada através de bidons e tubos para a rega da própria horta como para a casa de banho, lava louça,etc.
Pudemos ainda aprender a noção e aplicação prática do «Biogás», ou seja, como aproveitar lixo orgânico para produzir gás que pode ser utilizado nos fogões das nossas cozinhas.
Estamos a falar de um espaço num terraço de um prédio numa das zonas mais antigas e degradadas de Macau – Barra. Enfim, um pequeno Oásis bem no meio da cidade poluída e caótica que é Macau hoje em dia.
Que contraste este espaço onde nos sentimos em casa, onde podemos conversar com amigos, onde vemos verde, onde vemos coelhos, onde bebemos chá, com o que se vivencia nos edifícios actuais de Macau, Venetian’s e afins. (Mas, quem sabe… talvez, senão houvesse Venetian’s e afins, os momentos deste fim de semana não teriam sido tão libertadores).
Neste grupo de pessoas, descobri que 4 delas conheciam o movimento e actividades da Associação Ananda Marga, alguns deles conheciam os meus amigos dos centros de Lisboa e de Sintra, …senti-me feliz por poder novamente comunicar na mesma língua que aprendi e que faz parte da minha vida desde 2005.
Entretanto, naquele terraço ecológico, conversando com uma colega participante deste workshop, que já tinha feito parte da Ananda Marga em Londres, ambas observávamos um livro sobre as sociedades sustentáveis, «Revolução de uma palha» de Masanobu Fukuokaum, mas cuja foto que vinha no livro, era muito parecida com a foto do mestre de Aikido – Morihei Ueshiba- , tema que actualmente me tem suscitado interesse. Tiro o livro que ando a ler sobre Aikido da minha mala e refiro este tema à minha companheira de conversa e ao Hugo, o prelector convidado, que conhece bem a Ananda Marga de Portugal. Este quando houve falar em Aikido, levanta-se de repente e vai buscar um livro onde me mostra um parágrafo. Nesse parágrafo, o autor do livro sobre Permacultura, refere nada mais nada menos, a importância da filosofia do Aikido aplicada ao conceito da Permacultura.
Às vezes não sei se sobrevalorizo os acontecimentos da minha vida ou se só eu os vejo com esta intensidade, mas não consigo deixar de me deslumbrar com a teia de sincronias que o Universo nos oferece, neste plano de existência. Aqui estou em Macau, aplicando os meus conhecimentos aprendidos na Ananda Marga, experimentando a teoria e brevemente, a prática do Aikido e conhecendo jovens que trazem um novo mundo a este canto da Ásia.
No fim, foi-nos oferecido um pouco daquele espaço: um vaso com ervas aromáticas. Sorteando os vasos calhou-me o alecrim que me levou de volta ao jardim da nossa casa na Madeira, onde ele cresce livremente.
Parabéns à Casa de Portugal por abraçar estas iniciativas e dar a conhecer aos portugueses e aos amigos da cultura portuguesa que aqui vivem, vivências que vêm de mais além, que nos abrem horizontes e nos preparam para uma nova Era, onde os conceitos de: «comunidade», «partilha», «sustentável», «holístico»…irão deixar de ser meramente conceitos, para passarem a fazer parte da nossa realidade.
Isabel
Para mais informações visitem o site da Associação Na Terra !

 

Fim-de-semana na Estrela

 

 

Como é sempre bom aproveitar todos as oportunidades para estar em contacto com a Natureza (especialmente se vivemos numa grande cidade!), no último fim-de-semana, alguns de nós partiram para a Serra da Estrela! Fomos presenteados com dias frios mas cheios de sol!!! Visitámos amigos, passeámos e meditámos num local muito especial!

 

 

 

   

A voltar, certamente!

 

Renascer!

 

 

Olá a todos!

 

Depois de um pouco ausente, o blog da Ananda Marga volta a “renascer” para vos dar a conhecer as actividades e iniciativas que vamos desenvolvendo, por todo o país!

 

Esperamos pelas vossas visitas! Tanto virtuais como pessoais! J

 

Abraço Grande!